quarta-feira, 11 de maio de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
Um dia de cada vez
sexta-feira, 11 de março de 2011
Let it go
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
O Fim
E se os sonhos fossem pra sempre
E a infância não tivesse fim
E se os amores fossem eternos
E as alegrias não tivessem fim
Todo recomeço esbanja paz na tormenta
E o que um dia foi fim
Não era
Era apenas alguém de longe na chuva pedindo passagem
O fim ou é uma abreviação para a continuidade
Ou uma visão fadada ao nada
Meus queridos, o nada é muito triste
Depois dele não há flores nem amores
Nem sequer há rimas...
Depois dele, não há... nada!
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Uma Valquíria em minha vida
*Há experiencias que ditam seus dias.
A primeira vista eu a olhei com olhos gentis e considerei uma “vovozinha” cheia de atitude, mas (ah!) como eu estava enganada. Ela é bondosa, sem dúvida alguma, e sagaz, eis para ode minha atenção se voltou. Sem histórias fofas. Nossa conversa começou pelo seu nome e quando dei por mim ela estava falando de seu amor platônico por Malu Mader e sua companheira, que não é mais sua companheira, de Maceió. Há amores e amores, e alguns deles, assim como o delas, a distância o alimenta e as separa, simultaneamente. Um amor puro para eternidade, e para sempre romântico, sem que isso signifique um relacionamento de toques e carícias. Uma dependente do sentimento, a outra do toque. Elas se completam e sequer percebem.
Ela levava consigo um Snoop de pelúcia e uma bengala. O “porque” da pelúcia eu não tenho idéia, mas a bengala é fruto de anos de corrida que lhe renderam uma prótese no joelho, e embora a Valquíria não creia, pois se sente, segundo suas próprias palavras, “inútil”, a vida dela não parou. Não parou nem quando sua mãe faleceu, quando ela refugiou-se do mundo e das drogas, então não parará nunca.
E como eu disse, essa mulher não surgiu do “nada”. Por alguns minutos ela se deixou tomar conta de uma doce nostalgia quando falou sobre seu pai, um austríaco sério que preferiu dá-la a liberdade de experimentar substâncias ilícitas em casa, porque é isso que família faz: protege, ou tenta!
Se há uma lição nisso tudo, esta deve ser ame tanto a si mesmo quanto aos outros, ame-se para poder doar-se o quanto quiser, sem restrições nem preconceito. Se não há lição aqui, foi 1 hora de conversa extremamente agradável que vale a pena ser lembrada, e para mim basta!
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Dani
Para os iludidos o meu pedido de desculpas, mas querer não é poder, querer não é o suficiente. Querer só é o começo. É preciso existir uma vontade quase intrínseca na alma, uma paixão que te alimenta. Só porque você merece, não significa que vão dá-lo para você de presente com um laçarote, então, vá buscar o que lhe pertence, não motivado pelo direito de ter, mas pela vontade. Não perca tempo em se espelhar em alguém melhor que você, mas em alguém melhor que todos. Aprenda que o seu melhor não é o suficiente tampouco é realmente seu melhor, porque você tem que desejar o que não pode alcançar só assim você alcançará. É preciso ter fé, pois quando não restar mais nada, ainda existirá a sua fé, e isso é seu. Fé não precisa ter um conceito religioso, aliás, atribua o sentido que mais lhe agradar a essa palavra já que é de onde virão suas forças. Sorria, todos estão te observando e grande parte desse todo estão esperando que você erre, antes você do que eles, certo?! Tudo se trata de amor. Não parece, pois não é nada que você já tenha visto, mas o amor pode ser cruel. Deixe-me reformular: trata-se de amor próprio. E é só através dele que você poderá amar o próximo. Talvez minha coesão esteja um tanto falha a seu ver, mas viva e talvez concorde comigo, ou melhor, tenha sua própria opinião.
*Dani era minha gerente. Nossa relação foi um tanto quanto turbulenta, mas foi ela quem me ensinou, a olho nu, grande parte do que escrevi aqui hoje. Diga-se de passagem, que a admiro como pessoa e como profissional, e fico feliz de pensar em tê-la tido como minha superior.