domingo, 12 de fevereiro de 2012
Generalizando
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Um pedacinho do céu
sábado, 12 de novembro de 2011
Um lance de vícios
domingo, 2 de outubro de 2011
Sem limites
sábado, 16 de julho de 2011
Sinapses
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Comentário
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Esfinge
terça-feira, 21 de junho de 2011
Desapego
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Devaneando por aí
quarta-feira, 11 de maio de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
Um dia de cada vez
sexta-feira, 11 de março de 2011
Let it go
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
O Fim
E se os sonhos fossem pra sempre
E a infância não tivesse fim
E se os amores fossem eternos
E as alegrias não tivessem fim
Todo recomeço esbanja paz na tormenta
E o que um dia foi fim
Não era
Era apenas alguém de longe na chuva pedindo passagem
O fim ou é uma abreviação para a continuidade
Ou uma visão fadada ao nada
Meus queridos, o nada é muito triste
Depois dele não há flores nem amores
Nem sequer há rimas...
Depois dele, não há... nada!
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Uma Valquíria em minha vida
*Há experiencias que ditam seus dias.
A primeira vista eu a olhei com olhos gentis e considerei uma “vovozinha” cheia de atitude, mas (ah!) como eu estava enganada. Ela é bondosa, sem dúvida alguma, e sagaz, eis para ode minha atenção se voltou. Sem histórias fofas. Nossa conversa começou pelo seu nome e quando dei por mim ela estava falando de seu amor platônico por Malu Mader e sua companheira, que não é mais sua companheira, de Maceió. Há amores e amores, e alguns deles, assim como o delas, a distância o alimenta e as separa, simultaneamente. Um amor puro para eternidade, e para sempre romântico, sem que isso signifique um relacionamento de toques e carícias. Uma dependente do sentimento, a outra do toque. Elas se completam e sequer percebem.
Ela levava consigo um Snoop de pelúcia e uma bengala. O “porque” da pelúcia eu não tenho idéia, mas a bengala é fruto de anos de corrida que lhe renderam uma prótese no joelho, e embora a Valquíria não creia, pois se sente, segundo suas próprias palavras, “inútil”, a vida dela não parou. Não parou nem quando sua mãe faleceu, quando ela refugiou-se do mundo e das drogas, então não parará nunca.
E como eu disse, essa mulher não surgiu do “nada”. Por alguns minutos ela se deixou tomar conta de uma doce nostalgia quando falou sobre seu pai, um austríaco sério que preferiu dá-la a liberdade de experimentar substâncias ilícitas em casa, porque é isso que família faz: protege, ou tenta!
Se há uma lição nisso tudo, esta deve ser ame tanto a si mesmo quanto aos outros, ame-se para poder doar-se o quanto quiser, sem restrições nem preconceito. Se não há lição aqui, foi 1 hora de conversa extremamente agradável que vale a pena ser lembrada, e para mim basta!
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Dani
Para os iludidos o meu pedido de desculpas, mas querer não é poder, querer não é o suficiente. Querer só é o começo. É preciso existir uma vontade quase intrínseca na alma, uma paixão que te alimenta. Só porque você merece, não significa que vão dá-lo para você de presente com um laçarote, então, vá buscar o que lhe pertence, não motivado pelo direito de ter, mas pela vontade. Não perca tempo em se espelhar em alguém melhor que você, mas em alguém melhor que todos. Aprenda que o seu melhor não é o suficiente tampouco é realmente seu melhor, porque você tem que desejar o que não pode alcançar só assim você alcançará. É preciso ter fé, pois quando não restar mais nada, ainda existirá a sua fé, e isso é seu. Fé não precisa ter um conceito religioso, aliás, atribua o sentido que mais lhe agradar a essa palavra já que é de onde virão suas forças. Sorria, todos estão te observando e grande parte desse todo estão esperando que você erre, antes você do que eles, certo?! Tudo se trata de amor. Não parece, pois não é nada que você já tenha visto, mas o amor pode ser cruel. Deixe-me reformular: trata-se de amor próprio. E é só através dele que você poderá amar o próximo. Talvez minha coesão esteja um tanto falha a seu ver, mas viva e talvez concorde comigo, ou melhor, tenha sua própria opinião.
*Dani era minha gerente. Nossa relação foi um tanto quanto turbulenta, mas foi ela quem me ensinou, a olho nu, grande parte do que escrevi aqui hoje. Diga-se de passagem, que a admiro como pessoa e como profissional, e fico feliz de pensar em tê-la tido como minha superior.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Jujuba
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
O legado de uma coexistência justa
A justiça, para Aristóteles, é a virtude da "equidade", que tem por objeto ordenar e dirigir a coexistência humana segundo a equidade.
As virtudes são certo modos de escolha ou envolvem escolha, consistentes em uma mediania relativa a nós, determinada por um princípio racional próprio do homem dotado de sabedoria prática. Oriunda das disposições, a virtude não poderia ser nem faculdade, já que estas temos por natureza, (mas não é por natureza que nos tornamos bens ou maus), nem paixões, pois estes são apetites da alma.
É através da virtude que se alcançaria a felicidade, entendida não como um estado, mas um processo por meio do qual o homem desenvolve da melhor maneira possível suas aptidões. E é este bem supremo que deve ser buscado na "pólis", (para nós: no Estado). Sendo que o bem é a plenitude da essência, aquilo a que todas as coisas tendem.
As virtudes podem ser dianoéticas ou éticas. Às dianoéticas chegam-se através do conhecimento, sendo a mais importante a prudência, que é a capacidade de deliberar sobre o bom e o mal; às éticas chegam-se através do saber prático, não importando o conhecimento, a mais importante é a justiça.
A justiça pode ser distinguida em universal, que é o cumprimento da lei, e particular, é o hábito que realiza a igualdade. A última pode ser distributiva, que consiste em garantir a cada um o que lhe é devido, ou corretiva, que ao invés de tratar das relações do individuo com a comunidade, trata das relações interpessoais.
Mas as desgraças e os erros são ações inesperadas feitas sem maldade. A injustiça é o tratamento injusto por parte de um agente voluntário. É na intenção que reside a malícia. Há uma diferença entre atos de injustiça e o que é injusto.
O equitativo parece ser justo, e é equitativa a justiça que ultrapassa a lei escrita. Ora esta omissão acontece contra a vontade dos legisladores, ora por sua vontade, pois não é possível uma afirmação que seja correta em relação a certos casos em particular.
“O Direito não pode partir de premissas consideradas verdadeiras, pois, assim, só haveria uma decisão possível e obrigatória. Quando as premissas são contestadas, através da dialética, não se impõe uma decisão como obrigatória, mas como a mais provável, a melhor possível naquele caso concreto."
"Disso resulta a relação entre justiça e dialética, que Aristóteles legou aos juristas atuais. A justiça é o fim último do Direito. Para alcança-la, os raciocínios jurídicos não devem ser analíticos, decorrentes de um sistema jurídico estabelecido em bases formais. Como os casos concretos não se repetem, não podem ser tratados de modo universal. As normas de uma sociedade não devem ser axiomas, mas "lugares comuns", princípios comumente aceitos.”
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Hoje
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Com a boca cheia de formigas
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Fidem Habui
Uma dose de veneno e orei.
Pedi o que sempre peço a Deus, a São Miguel Arcanjo e a Nossa Senhora Aparecida: paz de espírito.
A paciência, embora seja uma virtude a qual eu quase desconheça, utilizei-a. Algo quase que inconcebível nessas circunstâncias... Não é difícil supor que meus pensamentos rumavam caminhos estreitos e que me desagradavam consideravelmente, para não falar em "loucura".
Levantei e decidi que leria para me distrair. "Comer Rezar Amar" de Elizabeth Gilbert estava na estante há meses, (a leitura tinha se tornado tediosa e arrastada). Retomei o livro de onde havia parado, de acordo com aquele pedacinho de papel de cores nada convitativas.
Logo me deparei com as exatas palavras que eu mais precisava ouvir:
"Se você estiver sentindo algum desconforto, então deve meditar sobre esse desconforto, observando o efeito que a dor física exerce sobre você. Nas nossas vidas reais, estamos constantemente pulando de um lugar para outro para nos ajustar ao desconforto - físico, emocional e psicológico - de modo a evitar a realidade da dor do incômodo. A meditação Vipassana ensina que a dor e o incômodo são inevitáveis nesta vida mas, se você conseguir enraizar-se na imobilidade por tempo suficiente, com o tempo irá vivenciar a verdade que tudo (tanto o desconfortável quanto o que é delicioso) um dia irá passar."
Se foi o contexto, as próprias palavras ou sorte, eu não sei. Desconheço a racionalidade destes 40 minutos de vida. A única certeza é que "quero Deus dentro de mim, quero Deus brincando em minha corrente sanguínea da mesma forma que a luz se diverte sobre a água".
*Fidem Habui: Tenham fé